Onde está o seu sorriso?
Onde está a luz do seu olhar?
O perfume das flores se perde no vento.
A paz dos seus braços escapa aos meus dedos.
Involuntariamente,
Sem luz,
Sem sorriso.
Num simples momento da voz do silêncio,
Um sussurro impávido.
Um murmúrio inquieto.
Um infinito espaço curto de tempo.
Eu,
Você,
Sós.
Necessidade de abraço.
Um SÓ!!!
Luiz Liu
São José dos Campos-SP
25/09/2001
Espaço para publicações literárias de qualquer espécie. Poesia, poema, poesia visual, crônica, conto, tudo que possa expressar um olhar sobre a vida e o mundo. Aqui resta um pouco da sentimentalidade de um olhar que observa e de mãos que escrevem...
segunda-feira, 3 de março de 2008
Caminhos
Vida?
Andanças, barreiras, migalhas, batalhas.
Tudo?
Talvez!!!
Felicidade? Sempre.
Um pouco de tudo.
Muito de nada.
Liquidificador?
Basta!!!!
Experiências que se somam,
Marcam e distinguem,
Sabedoria de ignorância.
É vida!
É só.
Luiz Liu
São José dos Campos-SP
24/08/1998
Andanças, barreiras, migalhas, batalhas.
Tudo?
Talvez!!!
Felicidade? Sempre.
Um pouco de tudo.
Muito de nada.
Liquidificador?
Basta!!!!
Experiências que se somam,
Marcam e distinguem,
Sabedoria de ignorância.
É vida!
É só.
Luiz Liu
São José dos Campos-SP
24/08/1998
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Garagem
A chuva?
É lágrima de saudade.
O beija-flor?
É visitante assíduo.
As flores?
As mais novas inquilinas.
As plantas?
As companheiras.
A rede?
O descanso merecido.
Andréia?
A maior recompensa.
Mas... Chove... Hoje?!?!?!
Luiz Liu - 31/12/2006
É lágrima de saudade.
O beija-flor?
É visitante assíduo.
As flores?
As mais novas inquilinas.
As plantas?
As companheiras.
A rede?
O descanso merecido.
Andréia?
A maior recompensa.
Mas... Chove... Hoje?!?!?!
Luiz Liu - 31/12/2006
Naturalidade
Quero fazer xixi.
Cerveja?
Não sei.
Desejos que vêm.
São Naturais.
Quero ser feliz.
Vaidade?
Não sei.
Desejos que vêm.
São naturais.
Quero ter a paz.
Necessidade?
Não sei.
Desejos que vêm.
São Naturais.
Xixi, felicidade, paz.
Necessidades?
Vaidades?
Cerveja?!?!?!
Não sei
Desejos que vêm.
São naturais.
Isso eu “acho” que sei.
Luiz Liu – 31/12/2006
Cerveja?
Não sei.
Desejos que vêm.
São Naturais.
Quero ser feliz.
Vaidade?
Não sei.
Desejos que vêm.
São naturais.
Quero ter a paz.
Necessidade?
Não sei.
Desejos que vêm.
São Naturais.
Xixi, felicidade, paz.
Necessidades?
Vaidades?
Cerveja?!?!?!
Não sei
Desejos que vêm.
São naturais.
Isso eu “acho” que sei.
Luiz Liu – 31/12/2006
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Suise
Um meigo sorriso,
Num terno abraço,
Desfiz meu cansaço,
De uma busca sem fim.
Uma loucura abstrata,
Tão boa que maltrata,
Que se esconde por entre os montes,
Da nossa Minas Gerais.
Suise, perfeição,
Suise, divindade,
Suise, sonho ou realidade?
Teu olhar? Uma virtude.
Teu sonho? Plenitude.
Tua realidade? Minha ilusão.
Luiz Liu - 07/98
Maria da Fé – MG
Num terno abraço,
Desfiz meu cansaço,
De uma busca sem fim.
Uma loucura abstrata,
Tão boa que maltrata,
Que se esconde por entre os montes,
Da nossa Minas Gerais.
Suise, perfeição,
Suise, divindade,
Suise, sonho ou realidade?
Teu olhar? Uma virtude.
Teu sonho? Plenitude.
Tua realidade? Minha ilusão.
Luiz Liu - 07/98
Maria da Fé – MG
Visão
Minas, Maria da Fé,
Gerais.
A cabeça a mil.
Ela não Kelly mais atender,
Suise bem.
Estou louco! Um pouco!
Um vácuo, abstrato.
A vi, linda,
Abracei-a, que ternura,
Sumiu aos meus olhos,
Fecharam-se as cortinas,
Liguei o carro.
Vou embora.
São José.
Marasmo.
Tchau!
Luiz Liu - 07/98
Maria da Fé – MG
Gerais.
A cabeça a mil.
Ela não Kelly mais atender,
Suise bem.
Estou louco! Um pouco!
Um vácuo, abstrato.
A vi, linda,
Abracei-a, que ternura,
Sumiu aos meus olhos,
Fecharam-se as cortinas,
Liguei o carro.
Vou embora.
São José.
Marasmo.
Tchau!
Luiz Liu - 07/98
Maria da Fé – MG
Mudança (Casamento II)
Ontem foi um sonho,
Hoje é uma realidade.
Mas a magia continua.
O encanto se torna
Alimento da felicidade.
A vida passa de um
Simples desejo a
Uma busca constante,
Uma partilha sem fim.
Agora é uma só alma,
Coberta com o véu da harmonia
Para vencer os obstáculos dessa
Nova Estrada.
Luiz Liu - Sem data
Hoje é uma realidade.
Mas a magia continua.
O encanto se torna
Alimento da felicidade.
A vida passa de um
Simples desejo a
Uma busca constante,
Uma partilha sem fim.
Agora é uma só alma,
Coberta com o véu da harmonia
Para vencer os obstáculos dessa
Nova Estrada.
Luiz Liu - Sem data
Casamento
Um olhar, um encanto.
Um despertar, um encontro.
No simples gesto, a paixão
Apenas um toque, à sedução.
Coisas da vida, coisas do amor
Momentos eternos, belos.
Simplificação da alma e do pensamento.
Casamento...
Luiz Liu - sem data
Um despertar, um encontro.
No simples gesto, a paixão
Apenas um toque, à sedução.
Coisas da vida, coisas do amor
Momentos eternos, belos.
Simplificação da alma e do pensamento.
Casamento...
Luiz Liu - sem data
Duas paixões. Ou três?
Clic!
Pára a realidade.
Clic!
Entre mentiras e verdades.
Clic!
Que bom,
Você existe.
O clic existe.
Isso me faz bem.
Eu sinto que estou vivo.
O clic congela a realidade,
Você pára o tempo.
Uma, duas, três horas,
Não importa.
O clic é eterno,
Você é eterna.
Fotografias que me surgiram das cinzas,
Você que renova meu fogo eterno.
Duas paixões,
Duas Loucuras,
Duas verdades.
Três! Minha cerveja.
Posso viver, posso sonhar,
Dormir, acordar.
Viver é mais que estar vivo,
É acreditar que o fim do eterno
é quando a gente não quer mais.
Não me faça acreditar no que machuca.
Só quero ser feliz,
Só quero lhe amar,
Só quero fotografar.
Luiz Liu - 01/00
Pára a realidade.
Clic!
Entre mentiras e verdades.
Clic!
Que bom,
Você existe.
O clic existe.
Isso me faz bem.
Eu sinto que estou vivo.
O clic congela a realidade,
Você pára o tempo.
Uma, duas, três horas,
Não importa.
O clic é eterno,
Você é eterna.
Fotografias que me surgiram das cinzas,
Você que renova meu fogo eterno.
Duas paixões,
Duas Loucuras,
Duas verdades.
Três! Minha cerveja.
Posso viver, posso sonhar,
Dormir, acordar.
Viver é mais que estar vivo,
É acreditar que o fim do eterno
é quando a gente não quer mais.
Não me faça acreditar no que machuca.
Só quero ser feliz,
Só quero lhe amar,
Só quero fotografar.
Luiz Liu - 01/00
O que somos?
Não somos sonho,
Nem realidade.
Não somos mentira,
Nem mesmo verdade.
Não somos alegria,
Tão pouco tristeza.
Não somos tão fortes,
Quem dirá, Fraqueza.
Não somos eternos,
Nem somos mortais.
Não somos profanos,
Quem sabe, morais.
Não somos futuro,
Talvez, nem presente.
Não somos passado,
Nem estamos ausentes.
Não somos luz,
Nem somos trevas.
Não somos paz,
Tão somente guerra.
Somos só o que sentimos.
Somos só o que queremos.
Apenas nos amamos.
Por isso vivemos.
Luiz Liu - 01/00
Nem realidade.
Não somos mentira,
Nem mesmo verdade.
Não somos alegria,
Tão pouco tristeza.
Não somos tão fortes,
Quem dirá, Fraqueza.
Não somos eternos,
Nem somos mortais.
Não somos profanos,
Quem sabe, morais.
Não somos futuro,
Talvez, nem presente.
Não somos passado,
Nem estamos ausentes.
Não somos luz,
Nem somos trevas.
Não somos paz,
Tão somente guerra.
Somos só o que sentimos.
Somos só o que queremos.
Apenas nos amamos.
Por isso vivemos.
Luiz Liu - 01/00
Madrugada
Senti saudades.
Cadê você?
Dei um trago em meu cigarro,
A fumaça se perde pela cozinha vazia.
Cadê você?
Talvez se encontre em um sono profundo.
E eu?
Aqui nessa cozinha vazia,
E é só desejo,
E é só paixão.
É medo?
Sei lá o que se passa em mim.
Acho que ainda vivo, ou,
Descobri que não morri.
Apenas encontrei um porto.
Vou ancorar.
Vou descansar.
Vou dormir.
Vou.
Fui.
Amém.
Luiz Liu - 11/11/99 - 2:33 Hs
Cadê você?
Dei um trago em meu cigarro,
A fumaça se perde pela cozinha vazia.
Cadê você?
Talvez se encontre em um sono profundo.
E eu?
Aqui nessa cozinha vazia,
E é só desejo,
E é só paixão.
É medo?
Sei lá o que se passa em mim.
Acho que ainda vivo, ou,
Descobri que não morri.
Apenas encontrei um porto.
Vou ancorar.
Vou descansar.
Vou dormir.
Vou.
Fui.
Amém.
Luiz Liu - 11/11/99 - 2:33 Hs
Conceito
Seus olhos?
Tão bonitos!
Seu olhar?
Infinito!
Sua boca?
Sedução!
Seus beijos?
Interrogação?
Sua pele?
É seda!
Somente um toque?
Torna-se vereda.
Seu corpo?
Universo!
Um abraço?
Só o que eu peço...
Você?
Divina magia!
Infinita?
Até que eu acorde!
BOM DIA
Luiz Liu - 07/99
Tão bonitos!
Seu olhar?
Infinito!
Sua boca?
Sedução!
Seus beijos?
Interrogação?
Sua pele?
É seda!
Somente um toque?
Torna-se vereda.
Seu corpo?
Universo!
Um abraço?
Só o que eu peço...
Você?
Divina magia!
Infinita?
Até que eu acorde!
BOM DIA
Luiz Liu - 07/99
Transformação
Dos pés à cabeça,
Talvez nem pareça,
Nem mesmo mereça,
Mas que não me enlouqueça,
Somente me inspire,
Só que às vezes me pira,
E me deixa acabado.
Esse teu jeito acanhado,
Deixa-me sem jeito,
E provoca efeitos,
Que nem Freud explica.
Tudo isso é bonito,
Faz-se infinito,
O tempo é que o diga.
Luiz Liu - 07/99)
Talvez nem pareça,
Nem mesmo mereça,
Mas que não me enlouqueça,
Somente me inspire,
Só que às vezes me pira,
E me deixa acabado.
Esse teu jeito acanhado,
Deixa-me sem jeito,
E provoca efeitos,
Que nem Freud explica.
Tudo isso é bonito,
Faz-se infinito,
O tempo é que o diga.
Luiz Liu - 07/99)
Instantâneo
Um olhar.
Um encanto.
Algumas palavras.
Um encontro.
Perdi meu juízo.
Tudo bem, não é preciso,
Pois sou todo instinto,
Mas eu sei o que sinto.
Nessa pele morenada,
De timidez tão falhada,
Somente um segundo,
Descobri um desejo.
É bom?
Não sei.
É ruim?
Impossível.
Interessante?
Com certeza!
Luiz Liu - 11/99
Um encanto.
Algumas palavras.
Um encontro.
Perdi meu juízo.
Tudo bem, não é preciso,
Pois sou todo instinto,
Mas eu sei o que sinto.
Nessa pele morenada,
De timidez tão falhada,
Somente um segundo,
Descobri um desejo.
É bom?
Não sei.
É ruim?
Impossível.
Interessante?
Com certeza!
Luiz Liu - 11/99
Santiâmen
No fundo,
Seus olhos transcendem o olhar,
Viajam no infinito.
É tão bonito!
É tão fugaz !
No fundo,
Seus olhos falam alto,
Gritam ao mundo.
Ninguém escuta!
Você não escuta!
No fundo,
Seus olhos estão no fundo.
Nesse olhar bêbado,
Traço meu sonho,
Vejo sua alma.
No fundo,
Seu olhar me acalma.
Meus pensamentos divagam,
Nada é proibido
Já não existe horizontes,
No fundo,
Só existe você.
Luiz Liu Julho/99
Seus olhos transcendem o olhar,
Viajam no infinito.
É tão bonito!
É tão fugaz !
No fundo,
Seus olhos falam alto,
Gritam ao mundo.
Ninguém escuta!
Você não escuta!
No fundo,
Seus olhos estão no fundo.
Nesse olhar bêbado,
Traço meu sonho,
Vejo sua alma.
No fundo,
Seu olhar me acalma.
Meus pensamentos divagam,
Nada é proibido
Já não existe horizontes,
No fundo,
Só existe você.
Luiz Liu Julho/99
Te vi, pirei
Te vi parada,
Olhar viajante, Teu jeito elegante.
Impressionou.
Te vi parada,
Tua pele morena, Teu ar de serena.
Impressionou.
Te vi parada,
Teus lábios macios Me deram arrepios.
Impressionou.
Te vi parada,
Sorriso ardente de um jeito descrente.
Impressionou.
Me parei impressionado,
Num elegante olhar viajante,
Numa morena pele serena,
Nos arrepios de lábios macios,
No descrente sorriso ardente.
Me impressionei pirado,
Com um viajante olhar moreno,
De uma serena pele elegante,
E com um macio sorriso ardente,
E arrepios de lábios descrentes,
Te vi parada.
PIREI.
Olhar viajante, Teu jeito elegante.
Impressionou.
Te vi parada,
Tua pele morena, Teu ar de serena.
Impressionou.
Te vi parada,
Teus lábios macios Me deram arrepios.
Impressionou.
Te vi parada,
Sorriso ardente de um jeito descrente.
Impressionou.
Me parei impressionado,
Num elegante olhar viajante,
Numa morena pele serena,
Nos arrepios de lábios macios,
No descrente sorriso ardente.
Me impressionei pirado,
Com um viajante olhar moreno,
De uma serena pele elegante,
E com um macio sorriso ardente,
E arrepios de lábios descrentes,
Te vi parada.
PIREI.
Luiz Liu / 05/99
Picadeiro da alegria
Nariz vermelho,
Cara pintada,
Roupas largas,
Gargalhadas.
São simples gestos,
Do sonho à magia.
É alegria.
É arte.
É vida.
Picadeiros, palcos, ruas,
Tudo é espaço,
Tudo é lugar.
Importa o sorriso.
Exporta o prazer.
Um ser – humano.
Amante da vida,
Amante da arte,
Menino.
Moleque.
Palhaço.
Luiz Liu / 01/99
Cara pintada,
Roupas largas,
Gargalhadas.
São simples gestos,
Do sonho à magia.
É alegria.
É arte.
É vida.
Picadeiros, palcos, ruas,
Tudo é espaço,
Tudo é lugar.
Importa o sorriso.
Exporta o prazer.
Um ser – humano.
Amante da vida,
Amante da arte,
Menino.
Moleque.
Palhaço.
Luiz Liu / 01/99
Convite à esquizofrenia
Minas que demarcam um terreno insano.
Explosões lúcidas,
Coisas normais.
De um lado o bem que me aterroriza,
De outro o mal que me seduz.
O néctar é tão doce que amarga.
O fel dá água na boca.
A luz é que me cega.
A escuridão é que me conduz.
A faca que sangra, cicatriza.
A comida que alimenta, mata.
A planta?
Vive!!!
O líquido?
Borbulha!!!
Deus?
Olha!!! Por todos?
Acredito!?!?!?
Luiz Liu
30/12/2005
Explosões lúcidas,
Coisas normais.
De um lado o bem que me aterroriza,
De outro o mal que me seduz.
O néctar é tão doce que amarga.
O fel dá água na boca.
A luz é que me cega.
A escuridão é que me conduz.
A faca que sangra, cicatriza.
A comida que alimenta, mata.
A planta?
Vive!!!
O líquido?
Borbulha!!!
Deus?
Olha!!! Por todos?
Acredito!?!?!?
Luiz Liu
30/12/2005
Cacto Solitário
A realidade que se escreve.
Entre cristais, copos e garrafas,
Pratos (azeitonas e mortadelas),
O cacto sonha:
Quem sabe um dia, entre violetas,
A vida seja mais bela.
O calor das plantas amigas
Seja mais interessante, que o gelo
Do líquido que o envolve.
Menos amargo que o suco
Do fruto, irmão de cor.
Talvez a sua beleza represente mais,
Que as flores que avista.
Porém, que sua arrogância
Não o mate, só.
Que ele compartilhe a bruteza
Da sua existência,
Com todas as possibilidades,
Que a vida lhe permite.
Que ele não seja mais só,
Mas (so)lidário.
Na leitura, a realidade é outra.
Luiz Liu (30/12/2005)
Entre cristais, copos e garrafas,
Pratos (azeitonas e mortadelas),
O cacto sonha:
Quem sabe um dia, entre violetas,
A vida seja mais bela.
O calor das plantas amigas
Seja mais interessante, que o gelo
Do líquido que o envolve.
Menos amargo que o suco
Do fruto, irmão de cor.
Talvez a sua beleza represente mais,
Que as flores que avista.
Porém, que sua arrogância
Não o mate, só.
Que ele compartilhe a bruteza
Da sua existência,
Com todas as possibilidades,
Que a vida lhe permite.
Que ele não seja mais só,
Mas (so)lidário.
Na leitura, a realidade é outra.
Luiz Liu (30/12/2005)
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Infância
Criança!
Que corre, pula, brinca.
Sem preconceito,
De cor, raça e posição.
Em suas cantigas de roda,
Em seus brinquedos e brincadeiras,
Ensina a arte das artes,
Ensina a Vida .
Traduz o sonho humano.
Harmonia.
São doces sorrisos.
São lágrimas de medos
São gritos de desejos.
Mais que esperança e futuro,
É presente,
É realidade.
É tudo!
Luiz Liu (1997)
Que corre, pula, brinca.
Sem preconceito,
De cor, raça e posição.
Em suas cantigas de roda,
Em seus brinquedos e brincadeiras,
Ensina a arte das artes,
Ensina a Vida .
Traduz o sonho humano.
Harmonia.
São doces sorrisos.
São lágrimas de medos
São gritos de desejos.
Mais que esperança e futuro,
É presente,
É realidade.
É tudo!
Luiz Liu (1997)
Única
Maria,
Santa , Peregrina,
Virgem, Mãe.
Aparecida.
Negra, Mulher, Sofrida.
Identidade desse povo.
Espelho de Fé.
Esperança de um mundo novo,
Justo,
Fraterno,
Igualitário.
Aparecida, Maria, Mulher e Mãe,
Que nosso olhar seja (re)feito
Do teu desejo.
Que nossos braços seja a força
Dos teus sonhos
Que nosso sonho seja a tua
Alegria e seja a realização
Do Pai maior
"Deus " .
Luiz Liu (1998)
Santa , Peregrina,
Virgem, Mãe.
Aparecida.
Negra, Mulher, Sofrida.
Identidade desse povo.
Espelho de Fé.
Esperança de um mundo novo,
Justo,
Fraterno,
Igualitário.
Aparecida, Maria, Mulher e Mãe,
Que nosso olhar seja (re)feito
Do teu desejo.
Que nossos braços seja a força
Dos teus sonhos
Que nosso sonho seja a tua
Alegria e seja a realização
Do Pai maior
"Deus " .
Luiz Liu (1998)
Assinar:
Comentários (Atom)
