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sábado, 24 de outubro de 2015

COISAS COTIDIANAS*

Cotidiano, ou seja, dia a dia.
O cotidiano, para alguns, pode ser agitado, cheio de afazeres, corridas, tarefas, trabalhos, etc. Para outros, o cotidiano apenas é levado. Apenas vivido.
Mas como pensar no cotidiano?
O cotidiano é sonhar, sorrir, rir, pensar, ficar vermelho. O amor é cotidiano. O beijo e o abraço também.
Não se entende, apenas se sabe, que o cotidiano é tudo aquilo que se faz todos os dias. Mas, no fundo, não se compreende o porquê de se fazer essas coisas.
O cotidiano está presente na vida de todas as pessoas.
Expressar-se é cotidiano.
Na arte, na música, na dança, na fala cotidiana, nos olhares, na FOTOGRAFIA. A expressão move o dia a dia.
Então, Cotidiano?
É mais do que viver um dia após o outro. É saber aproveitar o máximo dele. É saber o que você leva dele para o próximo dia.
Sentimentos, tarefas, ações, vivências, motivos, desafios, perguntas, respostas, divergências. Palavras infinitas, sentido múltiplos.
Coisas do cotidiano, pessoas do cotidiano.
Cotidiano infinito.
Cotidianamente contínuo.
Cotidianamente cotidiano.

Laura Cortez e Luiz Liu
06/10/2015


*Texto de abertura da exposição de fotografias dos alunos da disciplina de Introdução à Fotografia, do curso Rádio, TV e Internet, da FATEA (Lorena-SP), sob a orientação do Prof. Luiz Antonio Feliciano.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Trabalho


Folhas em branco, espaços múltiplos.

Mente aberta, criatividade a flor da pele.

Teorias, práticas, convívio.

Interação? Diversidade!

Inspiração? Cotidianidade!

Expiração? Sopro vital!

Fotopublicidade? Interdisciplinaridade!

Publicidade e propaganda? Veias que pulsam!


(Luiz Liu - Fevereiro de 2015)

sábado, 21 de julho de 2012

AMIGOS


Joguei meus sonhos ao vento, tudo se espalhou tão rápido.
Pensei que jamais os teria de volta.
Engano meu!
A cada passo que eu dava, eles retornavam a mim mais açucarados.
Não entedia nada daquilo. 
Mas era um gosto de realidade que me tocava.
Uma verde brisa que guiava meus olhos.
Olhar infinito com um fim ali mesmo, na intensidade das horas.
Percebi que não estava só.
Nunca estive!
Um abraço, um sorriso, um ombro, uma palavra, um silêncio.
Várias verdades, algumas mentiras, muitas alegrias, diversas lágrimas.
Amizade, Amigo, Outro.
Meus sonhos?
Continuo jogando ao vento.
Voltam?
Às vezes, sim, às vezes, não.
Amigos?
Sempre!
Aqui, ali, lá!
Todas as vezes que o vento sopra!!!

Luiz Liu
20/07/2012 

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Juventude


Nos bares, nas esquinas, nos papos madrugada afora,
Nas canções, nas piadas, nas poesias,
“Bailinhos”... Futebol... Brincadeiras...
No(a)s crismas e nos carismas...
Na pele,
Na mente,
No coração,
Sempre, no peito, uma dor com cheiro de saudade...
Sempre, na alma, uma alegria com gosto de experiência,
Experiência ÚNICA, porém, compartilhada.
Somos esse NÓS, que se construiu com os diversos EUs.
Se arrancamos o OUTRO de nós, não existimos.
Temos que continuar no OUTRO para que ele continue VIVO...
Isso é VIDA...
Isso é DEUS...
Isso é AMIZADE...

Para os Ps (Psicóloga , Poeta e Profeta)

Luiz Liu

Volta Redonda-RJ 
12/04/2012

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Ampuleta

Tempo!
Um Senhor.
Manda, apenas.

Os espertos obedecem,
Os loucos transgridem,
Os sábios dominam.

Ninguém escapa!

Plantar, colher.
Tempo pra tudo.
Tecnologia?
Tempo pra nada.

dia,
Noite,
dia,
Noite,
dia,
Noite!

Tempo exaurido,
Morte.

Outros tempos,
Noutro lugar.

Luiz Liu
Volta Redonda-RJ - 10/02/2011

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Umas coisas

Umas coisas guardadas aqui dentro,

Que vivem apenas nesse universo chamado EU.
Esse espaço de liberdade.

Uma capacidade que amplia nossa maneira de ser feliz,

Mesmo que seja na individualidade.

Sou assim mesmo.

Meio louco, meio poeta,

meio... meio... meio...

Sei lá...

Sou um grito no tempo e um silêncio na escuridão...

Um olhar que vê, olha e sente...

Um sentimento de perda, abandono...

Sou uma sensação de conforto, abrigo e paz...

Sou um pouco de tudo e muito de nada...

Deixo um pouco de mim nos meus arredores,

Mas, em contrapartida, carrego o que traz o vento...

Construo-me a todo instante e me desconstruo no instante seguinte...

Sou Andréia, sou Lorenzo, Sou família, amigos... e todos

Sou São José, Sou Volta Redonda, sou Minas e os outros lugares...

Sou o ontem, o agora e o que ainda não sei

Sou vida...

Sou essas coisas.


Luiz Liu
25/01/2011

terça-feira, 24 de março de 2009

Figuração


Pingos que caem.

Pingos que enchem.

pingos que renovam.


Sons de silêncio, gritos em murmúrio.

Eu, a chuva, minha memória.

Onde estamos?

Figuramos.


Chuva,

Sonhos,

Lembranças,

Lembranças,

Lembranças



Luiz liu - 24/3/2009

São josé dos Campos - SP