Umas coisas guardadas aqui dentro,
Que vivem apenas nesse universo chamado EU.
Esse espaço de liberdade.
Uma capacidade que amplia nossa maneira de ser feliz,
Mesmo que seja na individualidade.
Sou assim mesmo.
Meio louco, meio poeta,
meio... meio... meio...
Sei lá...
Sou um grito no tempo e um silêncio na escuridão...
Um olhar que vê, olha e sente...
Um sentimento de perda, abandono...
Sou uma sensação de conforto, abrigo e paz...
Sou um pouco de tudo e muito de nada...
Deixo um pouco de mim nos meus arredores,
Mas, em contrapartida, carrego o que traz o vento...
Construo-me a todo instante e me desconstruo no instante seguinte...
Sou Andréia, sou Lorenzo, Sou família, amigos... e todos
Sou São José, Sou Volta Redonda, sou Minas e os outros lugares...
Sou o ontem, o agora e o que ainda não sei
Sou vida...
Sou essas coisas.
Luiz Liu
25/01/2011
Espaço para publicações literárias de qualquer espécie. Poesia, poema, poesia visual, crônica, conto, tudo que possa expressar um olhar sobre a vida e o mundo. Aqui resta um pouco da sentimentalidade de um olhar que observa e de mãos que escrevem...
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
terça-feira, 24 de março de 2009
Figuração
Pingos que caem.
Pingos que enchem.
pingos que renovam.
Sons de silêncio, gritos em murmúrio.
Eu, a chuva, minha memória.
Onde estamos?
Figuramos.
Chuva,
Sonhos,
Lembranças,
Lembranças,
Lembranças
Luiz liu - 24/3/2009
São josé dos Campos - SP
segunda-feira, 3 de março de 2008
Sem idéias
Onde está o seu sorriso?
Onde está a luz do seu olhar?
O perfume das flores se perde no vento.
A paz dos seus braços escapa aos meus dedos.
Involuntariamente,
Sem luz,
Sem sorriso.
Num simples momento da voz do silêncio,
Um sussurro impávido.
Um murmúrio inquieto.
Um infinito espaço curto de tempo.
Eu,
Você,
Sós.
Necessidade de abraço.
Um SÓ!!!
Luiz Liu
São José dos Campos-SP
25/09/2001
Onde está a luz do seu olhar?
O perfume das flores se perde no vento.
A paz dos seus braços escapa aos meus dedos.
Involuntariamente,
Sem luz,
Sem sorriso.
Num simples momento da voz do silêncio,
Um sussurro impávido.
Um murmúrio inquieto.
Um infinito espaço curto de tempo.
Eu,
Você,
Sós.
Necessidade de abraço.
Um SÓ!!!
Luiz Liu
São José dos Campos-SP
25/09/2001
Caminhos
Vida?
Andanças, barreiras, migalhas, batalhas.
Tudo?
Talvez!!!
Felicidade? Sempre.
Um pouco de tudo.
Muito de nada.
Liquidificador?
Basta!!!!
Experiências que se somam,
Marcam e distinguem,
Sabedoria de ignorância.
É vida!
É só.
Luiz Liu
São José dos Campos-SP
24/08/1998
Andanças, barreiras, migalhas, batalhas.
Tudo?
Talvez!!!
Felicidade? Sempre.
Um pouco de tudo.
Muito de nada.
Liquidificador?
Basta!!!!
Experiências que se somam,
Marcam e distinguem,
Sabedoria de ignorância.
É vida!
É só.
Luiz Liu
São José dos Campos-SP
24/08/1998
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Garagem
A chuva?
É lágrima de saudade.
O beija-flor?
É visitante assíduo.
As flores?
As mais novas inquilinas.
As plantas?
As companheiras.
A rede?
O descanso merecido.
Andréia?
A maior recompensa.
Mas... Chove... Hoje?!?!?!
Luiz Liu - 31/12/2006
É lágrima de saudade.
O beija-flor?
É visitante assíduo.
As flores?
As mais novas inquilinas.
As plantas?
As companheiras.
A rede?
O descanso merecido.
Andréia?
A maior recompensa.
Mas... Chove... Hoje?!?!?!
Luiz Liu - 31/12/2006
Naturalidade
Quero fazer xixi.
Cerveja?
Não sei.
Desejos que vêm.
São Naturais.
Quero ser feliz.
Vaidade?
Não sei.
Desejos que vêm.
São naturais.
Quero ter a paz.
Necessidade?
Não sei.
Desejos que vêm.
São Naturais.
Xixi, felicidade, paz.
Necessidades?
Vaidades?
Cerveja?!?!?!
Não sei
Desejos que vêm.
São naturais.
Isso eu “acho” que sei.
Luiz Liu – 31/12/2006
Cerveja?
Não sei.
Desejos que vêm.
São Naturais.
Quero ser feliz.
Vaidade?
Não sei.
Desejos que vêm.
São naturais.
Quero ter a paz.
Necessidade?
Não sei.
Desejos que vêm.
São Naturais.
Xixi, felicidade, paz.
Necessidades?
Vaidades?
Cerveja?!?!?!
Não sei
Desejos que vêm.
São naturais.
Isso eu “acho” que sei.
Luiz Liu – 31/12/2006
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Suise
Um meigo sorriso,
Num terno abraço,
Desfiz meu cansaço,
De uma busca sem fim.
Uma loucura abstrata,
Tão boa que maltrata,
Que se esconde por entre os montes,
Da nossa Minas Gerais.
Suise, perfeição,
Suise, divindade,
Suise, sonho ou realidade?
Teu olhar? Uma virtude.
Teu sonho? Plenitude.
Tua realidade? Minha ilusão.
Luiz Liu - 07/98
Maria da Fé – MG
Num terno abraço,
Desfiz meu cansaço,
De uma busca sem fim.
Uma loucura abstrata,
Tão boa que maltrata,
Que se esconde por entre os montes,
Da nossa Minas Gerais.
Suise, perfeição,
Suise, divindade,
Suise, sonho ou realidade?
Teu olhar? Uma virtude.
Teu sonho? Plenitude.
Tua realidade? Minha ilusão.
Luiz Liu - 07/98
Maria da Fé – MG
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